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Voz do povo, voz de Deus.
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.
Zurros de burro não chegam aos céus.
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Voz do povo, voz de Deus.
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.
Zurros de burro não chegam aos céus.
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Verdura de Janeiro, não vai a palheiro.
Vindima molhada, pipa depressa despejada.
Vinho verde em Janeiro, é mortalha no telheiro.
Viver não custa, o que custa é saber viver.
Voz corrente muito mente.
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Velho casado com nova, ou corno ou cova.
Velho e namorado, cedo enterrado.
Velhos são os trapos.
Vem a guerra, vai a guerra, fica a terra.
Vento de Ramos, vento do ano.
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Uns comem os figos, a outros rebentam-lhe os lábios.
Vão os anéis mas fiquem os dedos.
Vaso ruim não quebra.
Vê-se na adversidade o que é a amizade.
Velho casado com nova, filhos até à cova.
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Uma água de Maio e três de Abril valem por mil.
Uma coisa pensa o Baio, outra pensa o selador.
Uma maçã por dia, dá uma vida sadia.
Uma mão lava a outra e as duas lavam a cara.
Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.
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